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31 de julho de 2012
AVISO IMPORTANTE!
Aviso a todos que em breve o blog LITURGIA E MÍSTICA virá com novidades, depois de um bom tempo sem atualizações. AGUARDEM
18 de maio de 2011
17 de maio de 2011
29 de abril de 2011
CURSO LITURGIA E SÍMBOLO - PARTE V
1. SACROSANCTUM CONCILIUM
Como já nos é sabido, o Concílio Vaticano II foi o acontecimento fundamental para a renovação da Igreja em todos os níveis. Não foi diferente com relação à Liturgia. Aliás, o primeiro documento conciliar – a Sacrosanctum Concilium – já procurou estabelecer em chave teológico-bíblico e pastoral o ‘lugar’ da Liturgia como culto oficial da Igreja. Depois de tudo que vimos no presente capítulo, chegamos ao cerne da preocupação da Igreja, pois discorrer sobre Liturgia é dizer de si mesma: “A liturgia, em que a obra de nossa redenção se realiza, especialmente pelo divino sacrifício da eucaristia, contribui decisivamente para que os fiéis expressem em sua vida e manifestem aos outros o mistério de Cristo e a natureza genuína da verdadeira Igreja”.[1] “A liturgia é o exercício do múnus sacerdotal de Jesus Cristo, no qual, mediante sinais sensíveis, é significada e, de modo peculiar a cada sinal, realizada a santificação do homem; e é exercido o culto público integral pelo Corpo Místico de Cristo, Cabeça e membros”(SC 7).[2]
Seguindo a intenção e a expressão do concílio, finalmente podemos de certo modo definir a liturgia. Ela “é ação sagrada, através da qual, com um rito, na igreja e mediante a igreja, é exercida e continuada
[1] Sacrosanctum Cocilium, §2.
[2] Cf. http://www.domhenrique.com.br/index.php/liturgia/cursos-de-liturgia/134-curso-de-liturgia Acesso em 19 de jun de 2010.
[3] Domenico SARTORE e Achille M. TRIACCA (org), Dicionário de Liturgia, p.642, verbete história da Liturgia.
30 de março de 2011
CURSO LITURGIA E SÍMBOLO - PARTE IV
MOVIMENTO LITÚRGICO – (CONTINUAÇÃO)
2.1. Intervenções do magistério da Igreja
Talvez às consciências de hoje não aja mudanças consideráveis, mas considerando a evolução do lugar da liturgia na Igreja, entre desconfianças e apreços entre o magistério eclesiástico e o movimento litúrgico, elencamos de forma breve algumas das importantes decisões da Igreja em matéria de reforma litúrgica:
Papa Pio X
Em 1903, com o motu próprio Tra Le sollecitudini, dá normas relativas ao restabelecimento da musica sacra, com ênfase – embora tímida – no convite à participação dos fiéis. O Pontífice “ressaltou a dignidade do canto gregoriano e encorajou a participação do povo, mas também apresentou normas para uma polifonia que está disposta a se integrar na celebração sagrada numa atitude de serviço.” Outros passos importantes são o incentivo a comunhão sacramental freqüente dos fiéis (1905), e o adiantamento da idade para a recepção da primeira comunhão (1910).
Papa Pio XII
Como sinal concreto de abertura e acatamento aos trabalhos em curso do movimento litúrgico abertura. São dois os documentos mais importantes: a carta encíclica Mediator Dei, que para Borobio é a “carta magna” do movimento litúrgico, e o discurso aos participantes do Congresso Internacional de Pastoral Litúrgica celebrado em Assis. O papa chama a atenção para os desvios e exageros, mas ao mesmo tempo reconhecesse expressamente as instâncias genuínas do movimento litúrgico:
O movimento litúrgico surgiu como um sinal das disposições providenciais de Deus para o tempo presente, como uma passagem do Espírito Santo em sua Igreja, para aproximar os homens dos mistérios da fé e das riquezas da graça, que decorrem da participação ativa dos fiéis na vida litúrgica. (Discurso na conclusão do Congresso de Assis, 22 de setembro de 1956, DP II, p. 46.)
J. A. JUGMANN, S.J., Missarum Sollemnia, p. 174.
Domenico SARTORE e Achille M. TRIACCA (org), Dicionário de Liturgia, p.540, verbete história da Liturgia.
Burkhard NEUNHEUSER, OSB, História da Liturgia através das épocas culturais, p. 205.
19 de dezembro de 2010
CURSO LITURGIA E SÍMBOLO - Parte IV
O MOVIMENTO LITÚRGICO
O MOVIMENTO LITÚRGICO
A Igreja e o mundo como um todo, em fins do século XIX e início do século XX, atravessam grandes transformações, a nível cultural e social. Iniciativas de teólogos e grupos eclesiais, com suas produções teológicas e a conhecida ênfase do “retorno às fontes” da Tradição e das Escrituras, vão gerando na Igreja um lento, porém progressivo ordenamento da relação sua com Deus, com os fiéis e com o mundo. Acompanhando o advento do estudo patrístico e bíblico, também a Liturgia, que até então permanecia quase intacta e rígida num rubricismo e individualismo exagerados, é melhor explorada e assim vivificada. Falamos aqui da época do importante movimento litúrgico.
Devido à complexidade e amplidão a que chegou o trabalho do movimento litúrgico, alguns autores divergem quanto a sua origem. De modo geral situa-se na pessoa e obra do restauracionista Dom Prosper Guéranger (1805-1875), primeiro abade beneditino do mosteiro de Solesmes na França:
A mentalidade de Guéranger pode ser condensada nas seguintes teses: a liturgia é por excelência a oração do Espírito na Igreja, é a voz do corpo de Cristo, da esposa orante do Espírito; há na liturgia uma presença privilegiada da graça; nela se encontra a mais genuína expressão da Igreja e de sua tradição; a chave de inteligência da liturgia é a leitura cristã do Antigo Testamento, bem como a do Novo apoiada no Antigo.
A Dom Lambert Beauduin (1873-1960), coube o mérito de lançar propriamente o movimento litúrgico. Sua preocupação fulcral era a pastoral litúrgica, no sentido de procurar orientações para uma maior participação e piedade dos batizados na liturgia cristã. Da liturgia, L. Beauduin dá uma definição de liturgia tão breve quanto eficaz: "A liturgia é o culto da Igreja": "Igreja" absorve o sentido comunitário e ao mesmo tempo cristológico, sendo a continuação de Cristo no mundo. O beneditino alemão O. Casel de Maria Laach (1886-1948), outro expoente do movimento, insistiu sobre “o valor da liturgia como ‘celebração’ do mistério salvífico de Cristo, que se torna presente no rito, a ponto de a assembléia poder louvar e adorar a Deus ‘em espírito e verdade’".
Dionisio BOROBIO (org), A celebração da Igreja, liturgia e sacramentologia fundamental, p.127.
http://www.paroquiasjudastadeu.com.br/espiritualidade05.html Acesso em 06 de jun de 2010.
3 de dezembro de 2010
ZENIT - Catequese do Papa: Juliana de Norwich e o amor divino
ZENIT - Catequese do Papa: Juliana de Norwich e o amor divino
O tema do amor divino volta com frequência nas visões de Juliana de Norwich, quem, com certa ousadia, não hesitou em compará-lo ao amor materno. Esta é uma das mensagens mais características da sua teologia mística. A ternura, a solicitude e a doçura da bondade de Deus para conosco são tão grandes, que nos remetem ao amor de uma mãe pelos seus próprios filhos.
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